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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Programação genética faz europeus consumirem mais gordura e álcool

Fonte: Estadao on line - 16/07/2011

Estudo indica que, por questões de sobrevivência, a genética dos europeus foi programada para um consumo maior de álcool e gordura.

Estudos feitos na universidade de Aberdeen na Escócia, dizem que no DNA dos europeus existe um “interruptor” que ativa ou desativa o gene galanina nas células. Este gene é que determina as nossas escolhas na hora de comer. Se estiver ativo de forma mais intensa, nos fará optar por comidas mais gordurosas e álcool.

Esta programação genética foi determinante para a sobrevivência dos antigos europeus.

Nos descendentes asiáticos, geralmente este interruptor é mais fraco levando a uma dieta mais leve se comparado com hábitos europeus.

Questão de sobrevivência

Os indivíduos com este “interruptor” mais fraco tinham maiores dificuldades para sobreviver aos invernos rigorosos da Europa e a seleção natural levou a população a evoluir com uma dieta mais rica em gordura e álcool.

Os povos antigos, em geral, tinham uma expectativa de vida curta, em torno de 35 anos. Considerando isto, pouca importância tinham os efeitos negativos de um maior consumo de gordura e álcool.

"Os resultados nos oferecem uma visão da vida dos antigos europeus, quando os laticínios e a cerveja eram fontes de calorias importantes durante os meses de inverno. Desta forma, a preferência por comidas com mais gordura e álcool seria importante para a sobrevivência." Conclui Alasdair MacKenzie, responsável pela pesquisa.

Ta vendo??? A culpa não é minha..... RSRSRSRS

 

Imagem do site: http://povosgermanicos.blogspot.com

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Microcervejarias de Ribeirão Preto investem agora em chope gourmet

Fonte: Folha de S. Paulo, Ribeirão C4, 04/09/2011


Em busca de novos consumidores, as microcervejarias de Ribeirão estão investindo em chope gourmet.

A Colorado pretende lançar, nos próximos seis meses, dois novos chopes: Brown Ale, com castanha do Pará, e o Vixnu. "Fizemos uma testagem [da Brown Ale] com cerca de 2000 litros e foi incrível a aceitação. As pessoas estão dispostas a mudar de paladar", afirma a gerente de marketing Bia Amorim.

Lá, a produção de hope corresponde a 40% dos 70 mil litros produzidos por mês. A cervejaria pretende expandir a produção da bebida e de cerveja, que deve ser destinada para exportação.

"O nicho do chope tem crescido com a abertura de bares 'multicerveja', como o Colarinho, do Rio, e o Biergarten, de Ribeirão, cada um com pelo menos meia dúzia de chopes diferentes", diz Marcelo Carneiro da Rocha, presidente da Colorado.

A Cervejaria Invicta abriu as portas no último dia 24 em Ribeirão com o chope gourmet Imperial India Pale Ale como destaque.

Com 8% de teor alcoólico (o chope pilsen tradicional tem cerca de 4%), o chope é produzido com cinco tipos de maltes. "A cerveja deve começar a ser servida em quatro meses", a firma o engenheiro de produção e proprietário Rodrigo Silveira.

Além do pilsen, outros seis tipos de chopes e cervejas artesanais farão parte da carta de bebidas da nova casa.

A idéia é que a versão pilsen fique fixa no cardápio e que as bebidas especiais sejam rotativas.

Na contramão do mercado paulista, a cervejaria Borck, de Timbó (SC), investe apenas na versão tradicional para crescer.

"Fazemos mil litros de chope de trigo a cada três meses porque o mercado deles aqui no Sul ainda é reduzido", afirma o gerente comercial da cervejaria Luciano Martins.

A empresa investe no abastecimento local. "Produzir em pequena quantidade e com qualidade é nossa característica."

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Para mercado paulistano, Ambev tira a tampa da lata da Brahma

Retirado de Valor Econômico 02/09/2011

A Brahma revela amanhã aos paulistanos o mistério criado na primeira fase de sua campanha publicitária, veiculada na TV aberta desde a semana passada. O anúncio fala do "casamento do século", entre a lata e o copo. A segunda parte vai ao ar no sábado e desfaz o suspense, ao apresentar uma nova embalagem da cerveja. Quem conta a história é o cantor Gabriel O Pensador.

A lata da Brahma, grávida do copo, dá à luz uma latinha que parece com outra qualquer. A diferença é que, ao puxar o anel - maior do que o tradicional -, a tampa sai totalmente e não apenas uma porção dela. No novo recipiente, batizado de "copaço", o consumidor pode enxergar melhor a cerveja em seu interior.



Paula Lindenberg, diretora de marketing da Brahma, explica que o brasileiro prefere tomar cerveja no copo. A ideia da nova embalagem é estender sensações semelhantes para a latinha. "Ela oferece uma experiência cervejeira completa, unindo praticidade com a experiência do gole ".

O produto chega amanhã a supermercados paulistanos, custando R$ 0,10 a mais do que a lata comum, que continua à venda. A Brahma é líder no segmento em São Paulo e ocupa a segunda posição no mercado nacional de cerveja - atrás apenas da Skol, que também pertence à Ambev. A empresa pretende expandir a distribuição do "copaço" para outros grandes mercados brasileiros até julho de 2012.

"A receptividade dos consumidores foi muito boa", diz Paula, sobre o teste do "copaço" feito com cerca de 2,5 mil pessoas. "Estamos sempre buscando inovações". Há um ano, a Brahma passou por uma reformulação, quando a embalagem passou de branca a vermelha e seu logotipo foi modificado.

Para viabilizar a montagem da nova lata, a empresa precisou adaptar sua fábrica em São Paulo. A tampa, por enquanto, é importada dos Estados Unidos, e a intenção é produzir futuramente no país. "É um produto que vem para ficar. Não é uma 'modinha' porque atende a necessidade do consumidor", afirma Paula, que acredita que a embalagem vai atrair novos cervejeiros para a marca. "Todo amante de cerveja gosta de tomar no copo e vai aprovar", diz.


A ideia de apresentar a novidade como fruto do casamento do século foi da agência Africa, responsável pela publicidade. Os diretores de criação David Romanetto e Eduardo Martins se inspiraram no casamento do príncipe William com Kate Middleton, em abril, para produzir a campanha, em que os "noivos" são assediados por veículos de fofoca.

A ação de marketing incluiu anúncios no formato de capas falsas nas revistas Quem, Caras, Hola! e IstoÉ Gente, nos jornais gratuitos Destak e Metro. E foi feita uma entrevista no programa TV Fama, da RedeTV!.

A Ambev fará ainda propaganda em supermercados, sempre brincando com o tema do casamento real. "O evento gerou um 'buzz' e pensamos em pegar carona, mas se fizéssemos na mesma época do casamento iria sumir", diz Romanetto.

A Ambev é a terceira empresa que mais investe em publicidade no Brasil. No primeiro semestre, foram R$ 677,9 milhões, um aumento de 9,7% sobre igual período de 2010. Na comparação entre todo o ano de 2009 e de 2010, o crescimento foi de 36%.

Um tinto e dois pastéis?

Tá bom..... A matéria é antiga, eu sei.... Mas achei bastante interessante pra quem ainda está engatinhando na cultura cervejeira...

Retirado do caderno PALADAR do Estado de São Paulo
Por Roberto Fonseca em 22/01/2009


Os restaurantes ignoram a ampla oferta de cervejas gourmet no mercado. Enquanto isto, bares investem em cartas de vinhos amplas. Mas será esta uma guerra verdadeira? Não seria melhor ter de tudo para harmonizar com a comida? O Paladar procura as boas cartas de cerveja

O mercado de vinhos brasileiro produziu um cliente exigente. Nos últimos anos o público pede e consegue diversidade. Cartas cada vez mais detalhadas, taças exclusivas e pessoal treinado para atender. E não só em restaurantes: isto aconteceu de tal maneira que diversos bares paulistanos também começaram a oferecer a bebida nos seus cardápios e abastecer suas adegas, para atender cada vez mais os aficionados por tintos e brancos. E o vinho chegou aos botecos.

Ao contrário, as cervejas especiais, que vão além do chopp comum, não conseguiram o mesmo sucesso. Raros restaurantes prestam atenção a novos estilos e produtores, e os que têm carta específica e sugerem harmonizações podem ser contados nos dedos. Se o mercado sofreu um ‘boom’ de rótulos nacionais e importados, ele ainda não se reflete totalmente nos cardápios.

Um exemplo curioso ilustra bem essa situação. Um certo restaurante serve apenas “as de sempre” - lagers (cervejas de baixa fermentação) industriais e sem muitos atrativos. Do outro lado da rua, um empório oferece boas cervejas alemãs tradicionais de trigo, uma pilsen artesanal brasileira que leva mandioca na receita e até mesmo uma índia pale ale, estilo de origem inglesa. Detalhe: o empório pertence ao restaurante, que, apesar da distância de poucos passos, coloca, digamos, um “muro cervejeiro” entre os clientes de um e outro empreendimento.

O exemplo chama atenção pelo inusitado, mas não é exceção. Apesar da crescente iniciativa de bares e restaurantes paulistanos em ampliar sua oferta de cervejas, a grande maioria ainda permanece nas batidas “loiras geladas” quando o assunto é a bebida. Os motivos vão do tradicional “os clientes não pedem”, passam pelo “nossa prioridade é o vinho (mas também podem ser as caipirinhas e a cachaça)” e chegam até ao “cerveja não combina com esse prato” ou “cerveja dá menos lucro que vinho”. Todas essas respostas foram ouvidas por Paladar, ao consultar pouco mais de uma dezena de restaurantes e bares tradicionais de São Paulo sobre sua carta de cervejas.


Para ler a matéria completa clique aqui

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Lançamento de novo estilo da Cervejaria Bamberg

A nova cerveja da Bamberg,uma Bohemian Pilsen, tem como inspiração a música Camila, Camila da banda gaúcha Nenhum de Nós, fundada em 1986.

Abaixo a imagem da bela garrafa.
“Quando fazemos uma cerveja a idéia é que as pessoas bebam ela por muito tempo, sem que ela se torne cansativa e repetitiva, este é um grande desafio, assim também foi o pensamento dos adolescentes, na época ainda desconhecidos, que a 25 anos atrás escreveram a letra desta música.” Diz Alexandre Bazzo no Blog da Cervejaria Bamberg

A música retrata a história de uma amiga dos integrantes da banda que era agredida pelo namorado na época, mas no refrão não queriam colocar seu verdadeiro nome, para preservar a amiga do constrangimento. Então, durante um dos ensaios, enquanto ainda tocavam o refrão sem a letra, a chuva invadiu o estúdio, espalharam jornais velhos no chão para secar, num destes jornais tinha o nome de um filme: Camila.

É uma cerveja delicada e ao mesmo tempo forte, assim como a personagem da música. Atualmente com 42 anos, mesmo valor (não por acaso) que foi definido para a lupulagem desta Bohemian Pilsen, 42 IBU.

O rótulo da cerveja, feito por André Clemente – design gráfico, foi uma interpretação da música e está explicada pelo próprio artista na imagem abaixo.

Opiniões sobre o Beer Experience

Evento da Cultura Cervejeira que ocorreu em 20 de agosto de 2011 na cidade de São Paulo. Pois é.... E não posso emitir minha opinião...... Não fui, né?!?!?!?! Fazer o que, não é mesmo? Afinal, alguém tem que trabalhar, se não, São Paulo pára!!!!!

Mas segue um vídeo feito pelo pessoal do All Beers para avaliar a brincadeira.


E aqui a apresentação da banda Velhas Virgens que divulgou sua linha de cervejas durante o evento...