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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Minas é o maior produtor de cervejas artesanais

Publicado no Jornal OTEMPO em 09/09/2011

Mercado mineiro tem cerca de 80 cervejeiros caseiros cadastrados

Ninguém no Brasil produz tanta cerveja artesanal como Minas Gerais. São 200 mil litros por mês em nove microcervejarias concentradas na região metropolitana de Belo Horizonte, de acordo com levantamento do Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas de Minas Gerais (Sindbebidas). Em volume, o Estado ganha do Rio Grande do Sul, que produz 120 mil litros mensais e Santa Catarina, com 100 mil litros.

O diretor do Sindbebidas, Marco Falcone, disse que Minas Gerais está na vanguarda não pelo volume, mas pela quantidade de estilos (tipos) de cerveja artesanal. "Aqui são 20 estilos, ninguém produz tantos", diz Falcone, sócio cervejeiro da Falke Bier.

Com mercado crescente, Falcone diz que a expectativa é de abertura de mais 20 microcervejarias no Estado nos próximos três anos. Ele, que tem fábrica em Ribeirão das Neves, procura uma área em Nova Lima e vai investir R$ 700 mil na abertura da segunda unidade da Falke.

O mercado mineiro da cerveja artesanal tem cerca de 80 cervejeiros caseiros, conhecidos como "home brew". Juntos, produzem 10 mil litros para consumo próprio e de amigos.

Em Nova Lima, onde 20 produtores fazem cerveja em casa, está Alfredo Lúcio de Lima que faz a VM Bier. Engenheiro durante a semana, cervejeiro no fim de semana, Lima produz 600 litros por mês. "Há uma lei municipal em Nova Lima para ser votada que permite que a fabricação em casa possa ser comercializada na região de Nova Lima e do Belvedere", informa. O objetivo é fomentar o turismo.

O diretor financeiro da Associação dos Cervejeiros Artesanais, Henrique César de Oliveira, diz que a ousadia marca as artesanais. "Usam ingredientes diferentes como o capim limão, coentro, gengibre, açúcar mascavo, com formas diferentes de armazenamento em tonéis de amburana e em adegas especiais subterrâneas", conta.

Nova Lima vai organizar a Uaiktoberfest

Alfredo Lúcio de Lima está organizando
uma festa da cerveja artesanal em outubro
Nova Lima quer virar a capital da cerveja artesanal em Minas Gerais e referência em produção no país. Por isso, realiza em outubro - nos dias 7,8 e 9 - a festa da Cerveja Uaiktoberfest. Com música ao vivo, cursos sobre fabricação e harmonização de cervejas, a festa será na praça central de Nova Lima, aberta ao público. Um folheto com a rota das cervejas em Nova Lima está sendo feito e cervejeiros do Brasil e de fora serão convidados.


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

De pequeno produtor a dono de microcervejaria

Publicado em Valor Econômico em 09/09/2011

O biólogo Harry Reinerth, filho de suábio, é um exemplo de pequeno produtor que buscou outra atividade devido à limitação do tamanho da propriedade rural.

Ele e a família venderam as terras que possuíam e há sete anos fundaram a Donau Bier, uma microcervejaria que atende consumidores do interior do Paraná. Ele foi professor durante 12 anos e o pai, que plantava cevada, deu a ideia de mudar de ramo. A nova profissão foi aprendida por meio de leitura e prática. "Há muita literatura em alemão", diz, sobre o idioma que aprendeu cedo.

Reinerth começou com três tanques e triplicou de tamanho há quatro anos. Hoje tem capacidade para produzir 12 mil litros por mês e, na próxima semana, vai receber outro tanque de mil litros. A empresa faz quatro tipos de chopp e abriu no mesmo imóvel um restaurante alemão. O malte da Agrária usado na bebida facilita a logística e garante a clientela. "Meu pai é o maior fã da cerveja que fazemos", conta. A mãe ajuda na cozinha. A família investiu até agora cerca de R$ 4 milhões e espera começar a ter retorno em 2012.

Embora boa parte dos moradores de Entre Rios tenha ligação com suábios, há casos de pessoas que são de fora e foram beneficiadas por projetos da Agrária. Silvino Claus é um agrônomo gaúcho que planta cevada há 17 anos e é cooperado. Segundo ele, embora tenha custo maior de produção, o grão produz mais que o trigo e paga melhor. "Minha cultura preferida é a cevada", afirma ele, que destinou 70 hectares ao grão. "Tenho preço garantido pela indústria."

Para leigos, é difícil distinguir o trigo da cevada. Claus explica que há diferenças na folha e na espiga. A espiga do trigo tem quatro fileiras de grãos, enquanto a cevada tem dois e é mais comprida. O preço de referência é o trigo, com um bônus garantido pela cooperativa.

Os produtores da Agrária plantaram na última safra 28 mil hectares do grão e colheram 114 mil toneladas. Usam três variedades de sementes da Embrapa. A expansão da cultura é limitada por clima e altitude. Claus ensina que a cevada gosta de temperatura entre 10 e 25 graus, e dá melhor em solos acima de 900 metros do nível do mar.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Dia da Cachaça !!! Vamos bebemorar?

Hoje é o Dia da Cachaça.

A data foi criada pelo Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac) em 5 junho de 2009, durante a feira Expocachaça, em Belo Horizonte, para homenagear este símbolo brasileiro, a nossa cachaça.

Foto: Elderth Theza/Divulgação
Nesta data, em 1661, após muita pressão dos produtores e consumidores, a coroa portuguesa retirou a proibição para produção de cachaça em terras brasileiras.

A proibição era uma forma de incentivar o consumo de uma bebida produzida pelos portugueses a partir do bagaço da uva, chamado bagaceira. A elite bebia a bagaceira, o vinho. Mas para os escravos, era jogado o restolho da cana de açúcar, que era a cachaça.


Eu acredito que por isso, ainda hoje a cachaça é descriminada, em geral considerada uma bebida menos nobre. Nós brasileiros devemos começar a cultivar e valorizar nossas tradições. Nossa cachaça é muito apreciada e valorizada lá fora. Suas garrafas são compradas a preços que se aproximam ou até mesmo superam bebidas típicas em outros países.

Atualmente grendes Chefs, a utilizam em suas receitas, substituindo por exemplo o Cognac, normalmente utilizado para flambar.  
Assim como o vinho, a cerveja, a vodca, cada detalhe conta na hora de apreciar, uma taça com a boca num formato mais aberto faz com que o cheiro forte do álcool não atrapalhe na hora de degustar a cachaça.

Foto: Flávia Cristini/G1
Links interessantes

Boa Mesa de Fernanda Lopes
Caipirinha perfeita da Folha
Cartão comemorativo
Receitas UOL

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Quer conhecer um pouco mais sobre as etapas da fabricação de cerveja?


O site Terra explica de maneira simples, por meio de infográficos, as etapas da fabricação das nossas desejadas cervejas



Veja o infográfico completo aqui

domingo, 11 de setembro de 2011

Revista Digital Arte Gourmet

Além de cervejas artesanais, gosto muito de gastronomia, vivo inventando comidas ou fazendo receitas que acho na internet.

Outro dia, não me lembro por quais meios, me chegou um link, uma revista digital que voce "assina" gratuitamente, a cada nova edição voce recebe o link por e-mail.

Revista Arte Gourmet, uma edição mineira muito bem elaborada a meu ver, com receitas interessantes, materias sobre bebidas, armonizações, tour gastronômico, enfim, matérias bem interessantes, vale a pena dar uma olhada.

Este link é da edição de junho de 2010, na página 34 inicia uma matéria sobre cervejas, dando idéias de harmonizações para vários tipos de cerveja. A partir da página 18, a matéria versa sobre outra bebida que aprecio bastante, a "Água da vida", também conhecida como Cognac.

E o mais importante de tudo, poe ser uma edição digital, preserva nossas florestas.

sábado, 10 de setembro de 2011

O fim da história...

Cerveja com 55% de graduação alcoólica... tá bom pra voce? Quero ver tomar uma caixa.........
E ainda engarrafados em esquilos empalhados..... Dá um beijinho no esquilinho, dá....

E cada garrafa vai custar entre £500 e £700, dependendo da roupa,
algo perto de R$ 1350,00 e R$ 1885,45.
Mas os escoceses garantem que os bicinhos morreram de causas naturais.

Quer assistir ao vídeo de lançamento da breja The End Of History?
 Clique aqui